sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Zilliana

 Sua voz calou
Seus lábios me beijaram.
Mas os olhos nunca calaram
Sempre algo à dizer...

Quisera de sua menina
Ser dos olhos
Quimera sentir
Prazer pela presença de algo
A ser dito.

E dizia!
No silêncio do quarto escuro,
Entre o ranger da cama
E os raios de Sol

Pela fresta da janela.

No dia,
Pela noite proibida.
Me vejo amante. Espécie a qual
É negada a noite.

Oferecido apenas espaços entre o almoço às segundas.

Dizia nada explicava do amor
Ensinava a sordidez
Contava com detalhes do apogeu
Que tantas vezes visitou.

E tenta e tantas e tantas...
por Sarah Ayume

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