Zilliana
Sua voz calou
Seus lábios me beijaram.
Mas os olhos nunca calaram
Sempre algo à dizer...
Quisera de sua menina
Ser dos olhos
Quimera sentir
Prazer pela presença de algo
Sua voz calou
Seus lábios me beijaram.
Mas os olhos nunca calaram
Sempre algo à dizer...
Quisera de sua menina
Ser dos olhos
Quimera sentir
Prazer pela presença de algo
A ser dito.
E dizia!
No silêncio do quarto escuro,
Entre o ranger da cama
E os raios de Sol
Pela fresta da janela.
No dia,
Pela noite proibida.
Me vejo amante. Espécie a qual
É negada a noite.
Oferecido apenas espaços entre o almoço às segundas.
Dizia nada explicava do amor
Ensinava a sordidez
Contava com detalhes do apogeu
Que tantas vezes visitou.
E tenta e tantas e tantas...
E dizia!
No silêncio do quarto escuro,
Entre o ranger da cama
E os raios de Sol
Pela fresta da janela.
No dia,
Pela noite proibida.
Me vejo amante. Espécie a qual
É negada a noite.
Oferecido apenas espaços entre o almoço às segundas.
Dizia nada explicava do amor
Ensinava a sordidez
Contava com detalhes do apogeu
Que tantas vezes visitou.
E tenta e tantas e tantas...
por Sarah Ayume